O pré-candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que estava inclinado a apoiar uma proibição nacional do aborto a partir de 15 semanas de gestação, mas defendeu exceções para estupro, incesto e para salvar a vida da mãe, afirmando que “é preciso ganhar eleições”.
A posição dos candidatos sobre o aborto deve ser uma questão determinante para algumas eleitoras na eleição presidencial deste ano nos EUA, na qual Trump tentará destituir o presidente Joe Biden, do Partido Democrata.
O ex-presidente Trump, cujos três indicados à Suprema Corte dos EUA garantiram a maioria necessária para derrubar em 2022 uma decisão histórica que concedia o direito constitucional ao aborto, não foi específico sobre se assinaria uma proibição nacional como lei.